domingo, 28 de junho de 2009

Ultimas palavras

Isso aqui está acabado, como à muito tempo esteve.

domingo, 3 de maio de 2009

Ódio.

De mim mesmo, por ser um inútil que não faz nada que preste a não ser colocar à si mesmo na fogueira, hmf. Daqui a um mês eu volto.

sábado, 2 de maio de 2009

Sem título.

Estou sem motivo aparente, não sei bem o que escrever. Faz tempo que não posto aqui, uh? É. Bom, hoje eu sonhei que estava num clube, e lá tinha um restaurante, mas de repente aparecia um garçom que dizia ser meu pai e falava que eu ia morrer. Eu, sádico como sempre, ria na cara dele e ia embora. De repente eu estava correndo bem rápido e tinha que pegar minhas coisas porque alguém que eu amava ia morrer, daí eu me apressava. Era uma garota, mas não tinha o rosto familiar, parecia que era um fantasma, que já estava morta. Só sei que eu a levei para debaixo de um lugar que não lembro onde era, dei umas coisas pra ela (Pareciam brinquedos de levar à praia, não entendi bem o que era) e fui embora de novo. Depois eu vinha abraçar alguém, e essa pessoa estava chorando. Eu não entendia nada e saía, não tinha mais nada para fazer ali. Que tédio! Está me irritando tudo isso. A Kristen não entra desde ontem, eu mandei uma mensagem e ela não respondeu. Estou frustrado. Hoje é sábado e eu, como todo filho da puta, vou ter que ir trabalhar. Ótimo. Todo dia essa minha labuta, eu trabalho feito filho da puta. HAHAHA É, Ultraje a Rigor é o que há. Sinto falta de morar com um certo amigo meu em Brasília, ir pra altas e voltar pra casa na matina, ficar no computador até metade dela e depois dormir pra acordar cinco da tarde e sair de novo. O maior estrago, rs. Sair com o som bem alto e dirigir com as janelas abertas, ótimo. Quem me dera poder viver desse jeito de novo, sem ter que dar satisfações à ninguém. Talvez eu só queira saber... Todos nós já fomos jovens e alucinados uma vez na vida.

xx, Edward.

sábado, 11 de abril de 2009

Um pedaço do meu inferno.


"E lá ele estava, sentado numa calçada, com seu óculos no rosto e um cigarro Marlboro na mão. A fumaça se espalhava pelo ar, ele tragava sem direção. Para ele, aquilo era a melhor coisa do momento, sua novidade particular.
Em pouco tempo, alguém chegou. Sentou-se ao lado dele. Tragava um Marlboro da mesma forma, naquilo digamos que eles se descobriam, refletiam. Dois adolescentes perfeitamente idiotas sentindo-se os reis do tudo; um perfeito redemoinho de vento em suas cabeças e nada completo, nada concreto. Apenas sentimentos e idéias induzidos."

Capítulo I - Inocência interrompida.
(Por pedidos.)


xx, Edward.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Mais uma vez.

E que falta eu senti daquilo, como senti. Aquela felicide espontânea e repentina, que tomava conta de meu eu. Os sorrisos bobos esboçados à partir de coisas simples demais, mas tão significativas. Aquilo era verdadeiro, e ainda é. Faz-me ver a melhor sensação do mundo. E sabe, talvez nada se compare à isso. Quer saber? É a mais pura verdade. Nada nesse mundo se compara à isso, nada poderia ultrapassar o significado que isso tem para mim. E no fim, é tão pouco... Mas significa "tão muito".

sábado, 4 de abril de 2009

Folhas de fichário.

Hoje eu não sou mais nada, nada que eu queira. Só tenho à mim mesmo, e talvez nem isso. Penso sobre minhas próprias palavras, e me vem à cabeça que elas não passam de sussurros num escuro onde eu preciso gritar para ser escutado. Ouça-me. Talvez nada se compare à isso, e isso é muito pouco. Essa miséria crescente faz-me refletir. Mas e se eu me perdi no meio de tantos mares? Digo, mares de lágrimas; onde nem todas as pétalas de rosas do mundo poderiam prosperar.
Às vezes deparamo-nos com tal paradoxo; o doce do açúcar, sem poder prová-lo. O cheiro engraçado do aor, sem poder sentí-lo. O macio do veludo, sem ao menos tê-lo tocado. Sabe, agora eu só queria ter um pedaço do céu; queria entregá-lo à ti. Talvez nele eu encontre um pouco de mim que perdi, e no fim só quero que isso pertença à você. Meu gosto, meu eu, perdi à mim mesmo.
Gostaria, realmente, de me encontrar...



(14.03.09, preso em uma das folhas de meu fichário até 04.04.09)


xx, Edward.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Trust me.

I wish I could promisse you that everything will be fine. But I just can't.
Sorry.











xx, Edward.